It’s been a while…

Desde o último post, aconteceram algumas coisas que marcaram a minha vida. A primeira delas, sem dúvida, foi o susto que a mamãe deu em nossa família. Durante uma cirurgia teoricamente não muito complexa para a retirada de uma pedra no rim, em Fortaleza, ela teve uma parada cardíaca, foi posta em coma e passou longos 6 dias na UTI. Graças a um milagre, como os próprios médicos disseram, dona Marta saiu do hospital super bem e sem nenhuma sequela. Concomitante à bagunça que virou a cirurgia dela, estava lá o como sempre tumultuado final de semestre. Agradeço todos os dias pelos bons amigos que tenho, pois sem eles não teria conseguido concluir com êxito as obrigações acadêmicas e ainda manter o juízo no lugar, mesmo com tudo aquilo acontecendo.

Terminei minhas últimas provas e fui ao Ceará, até que a mamãe finalmente tivesse alta do hospital. Voltamos a Natal dia 1º de julho, 3 dias antes do meu embarque para a Califórnia – viagem que já estava planejada há mais de um ano.

Cheguei lá sozinha e assustada. Tive medo de não fazer amizades ou ter problemas com a língua. Surpreendi-me: a comunicação foi tranquila e fiz bons amigos para a vida toda.

ImageSanta Monica pier

Dentre todas as maravilhas que os EUA me fizeram experimentar, certamente a minha habilidade de me virar sozinha foi uma das mais interessantes. Foi bom para e mim e melhor ainda para os meus pais. Acho que depois dessas férias a preocupação deles comigo indo para o Canadá diminuiu, pelo menos um pouco.

Cheguei em casa dia 2 de julho. No dia seguinte, dei entrada no meu visto canadense: milhões de papéis e formulários enviados pelos Correios. Na semana seguinte, comprei minha passagem para Toronto. Em tese, viajo dia 30. Falta apenas o visto ficar pronto.

Quanto ao visto: uma complicação. É cem vezes mais burocrático e demorado que o visto americano. Precisei ir a Recife fazer exames médicos, que foram fisicamente encaminhados para o Canadá. Exatamente: nada eletrônico. Todos os laudos e exames foram lá para Ottawa. Lá eles são analisados e depois o consulado do Brasil opta ou não pela emissão do visto.

Minha mala está praticamente pronta. Ainda aberta, mas quase pronta. Como as roupas e calçados daqui não são adequados para o clima de lá, não levarei muita coisa. O auxílio instalação que o CNPq pagou será investido nisso. Comprei aqui no Brasil apenas jeans, sapatilhas e meias-calças. Fiz isso porque, pelo menos nos EUA, não é fácil encontrar sapatos normais, a modelagem dos jeans é estranha e as meias-calças parecem de drag-queen (sério!). Para evitar aperreios no Canadá, melhor garantir onde já conheço.

Por enquanto, falta apenas ir ao cartório e nomear meus pais como procuradores – caso eles tenham de resolver algo no meu nome enquanto eu esteja fora. No mais:

Image

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s